"Ela era uma borboleta que sentia saudades de sua época de lagarta. Sentia falta de quando não existiam tantas expectativas em cima dela; qualquer coisa que a humilde lagarta fazia era motivo de surpresa e felicidade, pois era algo inesperado. Mas, ao virar borboleta, surge aquela pressão que ela mesma põe em cima de si para ser perfeita. Ser bela, delicada, e cumprir seu trabalho, não era suficiente para o mundo. Ela tinha de ser uma das melhores, ela tinha que se destacar, para só assim, conseguir trilhar o rumo que ela tanto almejava. A borboleta se esforçava, se submetia a esforços que ela nunca quis para a vida dela, mas ainda assim, nunca pensava em desistir. O maior problema era que sempre alguém a superava, a fazendo ter a sensação de não ser boa o suficiente. Ela precisava se encontrar, gritar ao mundo que ela era capaz, porém não havia tanta certeza nessa afirmação."
ruas de outono
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SEI LÁ, ACHO QUE ESQUECI MINHA BELEZA NO ÚTERO DA MINHA MÃE.


“Tem coisas que Deus dá para a gente aprender. E tem coisas que Deus só dá quando a gente aprende.”
Tati Bernardi. (via tedio-fome-e-preguica)

“O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.”

“A gente pode estar sozinha mesmo quando é amada por muitas pessoas.”
O Diário de Anne Frank (via b-ecoming)